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  Uma propaganda antiga já perguntava “vai continuar, ou vai desistir?” Até mesmo de forma inconsciente, quantas vezes nos fazemos esta mesma pergunta? Vamos continuar sendo corretos, com tantos corruptos “se dando bem”? Vamos continuar acreditando na política, na polícia, no patrão, etc? Vamos continuar acreditando no outro? Vamos continuar dando duro, podendo morrer brutalmente vítimas da violência urbana?

   No fundo estas perguntas são fruto de uma das mais básicas reações fisiológicas, a descarga de adrenalina que nos leva a um questão crucial, fugir ou enfrentar.

Esta decisão é tomada em um nível inconsciente, afinal se você parar para pensar se correr o bicho pega ou se ficar o bicho vence, você já perdeu. Este nível inconsciente da decisão leva muitos à deserção, mesmo que racionalmente aquele indivíduo tenha um rigor moral que o diga para continuar e enfrentar a situação.

     Muitas vezes o que é transmitido para você influencia de forma definitiva esta decisão. Como exemplo, imagine que um navio enfrenta uma tempestade e todos acreditarem que ele vai afundar, então todos correrão desesperados para os botes e ninguém ficará para evitar que ele afunde. Em outras palavras, quem detém a informação, detém o poder de gerar pânico ou de evitar que o navio afunde.

   Ter informações precisas e adequadas não significa negar a tempestade, nem ignorar o grau de inclinação de um navio, significa saber o que está ocorrendo de forma clara e sem derrotismos, algo como “pode continuar bombeando água que a inclinação não está piorando”. Num navio a informação é relativamente bem controlada pelo capitão, mas no dia a dia não fica tão claro quem está no comando e se tem alguém se beneficiando com o afundamento do nosso navio.

Vivemos um turbilhão de notícias ruins, o tempo todo, tornando nossa realidade uma tempestade e nossa vida um grande stress. Nessa situação o grau de confiança no outro e nas instituições leva a ser racional a deserção, ou seja, até mesmo os de grande rigor moral correm para os botes. É preciso olhar para frente, enxergar o farol que desponta no horizonte. Apontar na direção do farol é papel deste movimento, ser um farol para quem busca também.

Buscar e mostrar boas notícias, #fatoBom a cada dia, um farol de luz na nossa tempestade. Mostrar o que há de bom ao nosso redor, elevar a estima dos membros de diversas instituições que realizam um trabalho muitas vezes invisível. Estamos aqui para ajudá-lo a ver o farol, precisamos de você para nos municiar com notícias relevantes em sua área de atuação. Espalhe este #fatoBom!


6 comentários em “About

    Sabe como são eleitos os deputados? | #fatoBom disse:
    setembro 29, 2014 às 11:49 pm

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    Um 2015 repleto de Fato Bom! | #fatoBom disse:
    janeiro 1, 2015 às 8:06 am

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    Por causa da mulher, dias felizes « Fato Bom disse:
    março 8, 2015 às 10:18 am

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    OGP – Open Government Partnership « Fato Bom disse:
    maio 12, 2015 às 6:18 pm

    […] Sobre […]

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    De onde veio? « Fato Bom disse:
    maio 16, 2015 às 12:10 am

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