comunicação

Redenção e Reflexão: evite ser idiota, aproveite esta conversa frente ao espelho.

Postado em Atualizado em

seta-do-tempo

Na boa e velha estrada do tempo a redenção fica quilômetros após a consequência por vezes desastrosa de um ato. Refletir leva a redenção mas não repara a consequência, em outras palavras o caminho para a redenção tem por parada obrigatória a consequência. Não seria bom que a reflexão alterasse atos ainda não realizados?

O projeto mostrado em vídeo parece encontrar um atalho, uma forma de ligar o futuro ao presente e fazer o indivíduo do presente refletir com a redenção de seu amanhã, colocando frente a frente o potencial praticante de um ato com quem já se redimiu ou ao menos está se redimindo.

Este projeto deu uma oportunidade de se enxergar no espelho o possível resultado do risco que se assume. Trazendo a consequência para o tempo presente, o projeto parece sensibilizar o indivíduo afetando positivamente sua decisão.

E você? Já repensou?

 

 

Aprendemos a ser filhos quando nos tornamos pais.

Postado em Atualizado em

Há um terço ou quarto de vida atrás recebi esta homenagem de minha amada e dedicada mãe. À época, não sabia nem mesmo ser filho, sequer devia ser homenageado. Mas uma coisa já havia aprendido: quem é gentil permite ao outro ser gentil. Aceitei a homenagem e me prometi devolvê-la.

Aprendi muitas coisas com minha mãe, inclusive o português capenga que não é pior graças a seus preocupados cascudos há quase 40 anos. Mal sabia eu a importância da língua e da retórica.

Percebi o que é ser uma família através de seu casamento com meu pai, falecido há quase 30 anos. Vivi um casal de pais, amorosos e um lar harmônico.

Aprendi o valor dos estudos e no ano que recebi esta homenagem formava em engenharia e partia para o mundo. Há 20 anos o seu filho já era um adulto, mas ainda um menino. Nem pensava em ter filhos, evitava de todo modo, exceto parar de praticar a elaboração.

Há 10 seu filho casou e constituiu família com uma também filha, que sem nossos filhos hoje não seria mãe também. E sua homenagem ficará guardada para eles, até o dia que eles a compreendam, quem sabe daqui há 20 ou 30 anos.

Hoje a internalizo e peço apenas que sinta a minha homenagem de engenheiro que ainda aprende a ser filho, a falar português e a ser marido de mãe e pai de filhos:

“Te agradeço pelo que sou e pelo que você é.”

Feliz dia das mães a todos!

image

Maior que eu?

Postado em

Quem sou? Para onde vou? Todos já fizemos esta pergunta, mesmo sem estar louco, ou pedido, ou sob efeito de entorpecentes.

Somos humanos e vamos, pra onde?

Eu Maior apresenta diversas respostas sob o prisma da ciência, filosofia, religião e arte. Mesmo se não achar a resposta, vale a viagem.

Abaixo o filme completo e algumas das entrevistas. Vale também assistir Human e Home, outros documentários #fatobom!

Te quero água

Postado em Atualizado em

Beba água, não a desperdice.

Educação requer a participação ativa de quem está se educando. Encontrar formas de ensino que estimulem à distância é #fatobom!

Por aqui tentamos fazer isto na categoria VIdeodiCIOnário.

Humano

Postado em Atualizado em

Yann Arthus-Bertrand já apareceu nas páginas do #fatobom em “De onde veio?”, pois por sua sensibilidade e perícia gerou o filme HOME, que mostra conexões não percebidas no planeta terra.

Desta vez Bertrand nos conta histórias lindas de seus habitantes, o nosso potencial, nossa resistência e também o lado sobrio, afinal não é só de luz que uma imagem é feita e ele como grande fotógrafo soube passar para o vídeo.

Só que este não é só um filme, é um projeto (clique aqui). Se emocione no filme e se envolva no projeto!

Abaixo algumas amostras (veja mais no youtube):

Jovem, talentosa e negra. Nina Simone

Postado em Atualizado em

nina_simone

Nascida Eunice Kathleen Waymon em 1933, negra, mulher e bipolar, ela nada tinha de privilegiada (ver no VIdeodiCIOnário), mas era um gênio e era brilhante. Não conseguiu seguir o piano clássico pelo preconceito da mesma academia que a diplomou por honra em 2003, poucos dias antes de morrer. Adotou então o nome Nina Simone para ganhar a vida em clubes noturnos tocando sem que sua mãe soubesse. Os clubes a forçaram a cantar, o mundo ganhou com isso, mas ela continuou sofrendo.
Leia o resto deste post »