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Humano

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Yann Arthus-Bertrand já apareceu nas páginas do #fatobom em “De onde veio?”, pois por sua sensibilidade e perícia gerou o filme HOME, que mostra conexões não percebidas no planeta terra.

Desta vez Bertrand nos conta histórias lindas de seus habitantes, o nosso potencial, nossa resistência e também o lado sobrio, afinal não é só de luz que uma imagem é feita e ele como grande fotógrafo soube passar para o vídeo.

Só que este não é só um filme, é um projeto (clique aqui). Se emocione no filme e se envolva no projeto!

Abaixo algumas amostras (veja mais no youtube):

O amor está vencendo a intolerância.

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Se você é religioso e acredita que os gays não devem formar famílias,  peço-lhe a caridade de ler este texto e de assistir a este vídeo. Se mesmo depois continuar acreditando nisso, saiba que respeito-lhe e peço-lhe desculpas se este texto lhe ofendeu.

Primeiro gostaria de dizer que todas as religiões, filosofias e parte das leis nos ensinam que todos somos iguais. Somos todos irmãos no mesmo barco, na nossa casa: o planeta terra. Todos merecem o mesmo respeito e amor. Não é fácil viver esta regra, mas ela é universal.

Segundo, reconheço que exista o entendimento de “normal”,  “moral” e  “aceitável”, por isso digo que o respeito. Mas salvo nas estatísticas e em algumas poucas religiões (não a sua), estes conceitos variam de pessoa para pessoa, de cultura para cultura e variam também ao longo do tempo.

Estamos assistindo à histórica mudança de alguns destes conceitos; algumas parecem estar indo rápido demais e outros estão apenas sendo propostos. Nos últimos 15 anos o direito à união de pessoas do mesmo sexo tem sido uma vitória da tolerância e do amor. Mesmo que, num primeiro momento, possa parecer difícil ou até mesmo chocante para muitas pessoas. É importante que aceitemos o tempo de cada um.

Não fique abatido e celebre a mudança, ela foi pensada por pessoas de todas as denominações.

O amor se manifestando de forma universal é #fatobom.

Assista o vídeo aqui,  para ler mais vá em Slate.

Dicionário Audiovisual – Altruismo

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Não há nada errado em esperar algo em troca, seja do outro, seja da vida. O que você vem esperando? Quanto maior a espectativa maior a decepção quando o que se espera é retribuição.

O homem retratado no vídeo recebe de volta muito mais do que poderia esperar.

Genial e emocionante campanha da uma seguradora tailandesa Thai Life Insurance.

Altruismo é isto, agir pensando no bem do outro. Altruismo na dose certa é #fatobom.

Clique na foto ou no link a seguir para assistir o vídeo.

Como falar sobre pedofilia?

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Sempre pensei qual seria a melhor forma de abordar a pedofilia, sem tirar ao menos parte da inocência dos meus filhos. Este vídeo me deu uma resposta. Divulgue, pode ajudar muita gente e salvar o futuro de muitas crianças.

Leia o resto deste post »

De onde veio?

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Ajudar o mundo a relembrar é #fatobom! (Ver vídeo que motivou este post abaixo, ou clique aqui)

Acompanho o crescimento do consumo consciente desde 1999, estudando responsabilidade social empresarial (quem tiver interesse no PDF clique aqui). Vi muita gente se conscientizando a respeito do que consumia (a exemplo de cigarros, álcool e refrigerantes), outras sensibilizadas a abandonar o consumo de carne em função do sofrimento animal, bem como na moda manifestação contra uso de peles, couros e cobaias. Até vi gente questionar a origem do algodão, mas pouca gente efetivamente correlacionando a atividade com sua externalidade, muito pouca gente enxergando o bicho homem.

Se já é difícil enxergar o outro, quem dirá externalidades. Neste aspecto, em sua obra prima “Home”, Yann Arthus-Bertrand, nos faz enxergar diversas externalidades cruéis através de suas lentes e seus sobrevoos. Recomendo assistir o filme com o áudio original em francês, legendado. Ele mesmo nos narra suas imagens e suas conclusões. Abaixo um trailler, no youtube diversas versões.

Uma externalidade tão óbvia que Bertrand mostra me passou despercebida e passa ao largo do movimento Fashion Revolution (http://fashionrevolution.org/), cujo vídeo inspirou este artigo e pode ser encontrado abaixo. A questão não invalida o movimento, ao contrário, o reforça. A questão levantada aprofunda a pergunta formulada pelo movimento: “quem faz minha roupa?”

O motor da revolução industrial, o tear mecânico, revolucionou a fabricação de tecidos e naturalmente elevou o consumo de algodão, certamente elevando o preço do mesmo num primeiro momento. No momento seguinte a produção aumentou e o preço naturalmente caiu e neste ciclo seguiu nos últimos 200 anos, até que a produção mecanizada estivesse tão elevada que o valor do algodão não era mais suficiente para a sobrevivência os produtores manuais africanos. Já seria chocante, não fosse o fato desta produção mecanizada necessitar subsídios do governo americano e consumir aquífero da região.

Quando me deparei com a questão, pensei: a quem interessa esta forma de produção do algodão? O vídeo deu a resposta: a todos que queremos “roupa barata”. Não se trata de deixar de vestir algodão, se trata de questionar certos modelos consolidados, de se questionar: quem faz a minha roupa e com quê?

Da próxima vez que for consumir por impulso, se pergunte: de onde veio? preciso?

Doe mais que chuchu na serra. Ops, Dendê!

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Você se lembra da Escola Rural Dendê da Serra? Se não lembra deste trabalho inspirador clique aqui.

Continuamos acompanhando o trabalho desenvolvido por esta escola diferente e a Dendê agora está com um novo desafio.

Em decorrência de um grande aumento na demanda, e da dificuldade de gerenciar o transporte escolar de crianças pequenas dos vilarejos até a escola rural, a Associação Dendê da Serra resolveu comprar e reformar um imóvel nas proximidades dos bairros polulares da região, para sediar um Jardim de Infância. A campanha de arrecadação começa hoje, segunda-feira, dia 11 de maio. Clique aqui para conhecer a campanha e doar. Leia o resto deste post »

Permitindo o Dia das Mães

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Nem todo o filho poderá ver sua mãe no dia das mães, o que é muito doloroso, mas inimaginável a dor da mãe que não poderá ver o filho.

Na pior das hipóteses, a morte, a evolução tecnológica nada pode fazer,  mas não podemos nos esquecer quantos dias das mães foram salvos graças aos largos avanços da medicina, mesmo não a alcance de todos,  mas caminhando para,  como em toda difusão. Quanto tempo a mais tivemos? A mortalidade infantil reduzida e a morte precoce evitada.

Na melhor das hipóteses o filho está distante, quem sabe por uma oportunidade de trabalho. Às vezes com cada filho em um país. A tecnologia ajudou a reduzir as distâncias, permitindo que se vissem e ouvissem simultaneamente, como num filme de ficção científica 20 anos atrás.

Há algum tempo o ultrassom já permite a mãe “ver” seu filho um dia das mães antes, dependendo da gestação. Isso sem falar nas técnicas de reprodução que permitiram a maternidade improvável.

As tecnologias estão fazendo cada vez mais, como o óculos e impressoras 3D. Confiram os vídeos abaixo. Tecnologia ajudando as mães a ver seus filhos é #fatobom.