intolerância

Jovem, talentosa e negra. Nina Simone

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Nascida Eunice Kathleen Waymon em 1933, negra, mulher e bipolar, ela nada tinha de privilegiada (ver no VIdeodiCIOnário), mas era um gênio e era brilhante. Não conseguiu seguir o piano clássico pelo preconceito da mesma academia que a diplomou por honra em 2003, poucos dias antes de morrer. Adotou então o nome Nina Simone para ganhar a vida em clubes noturnos tocando sem que sua mãe soubesse. Os clubes a forçaram a cantar, o mundo ganhou com isso, mas ela continuou sofrendo.
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O amor vencendo a mutilação feminina

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No dia 9 de junho de 2015, a Nigéria marcou sua história ao se converter no 23º país africano a proibir a mutilação do clitóris das meninas. É uma notícia muito importante para quem luta contra este ato, já que a Nigéria é o país mais populoso da África, onde se estima uma população de 20 milhões de mulheres e meninas, aproximadamente.

É uma medida muito importante para erradicar por completo esta situação, que infelizmente ainda é praticada em 29 países da África e da Ásia.

Leia mais em: http://melhorcomsaude.com/otima-noticia-nigeria-proibe-mutilacao-genital-das-meninas/

Anjo não tem rabo, tem asas!

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Geralmente não publicamos “propagandas”, mas esta tem um objetivo claro e declarado.
Além disso, tem uma mensagem profunda e retrata a realidade de muitas pessoas que trabalham com reciclagem.
Na verdade a maioria ainda trabalha em condições muito piores, invisíveis na sociedade, descriminados e ouvindo apelidos pejorativos.
Tenho muito orgulho desta gente que se mantém honesta e humilde, transformando resíduos em sobrevivência.
Parabéns Binho, muita luz para você que é #fatoBom.

Lixo não é lugar de roupa!

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Já aconteceu em São Paulo e Belo Horizonte. Acesse http://www.thestreetstore.org e organize uma loja de rua você também, quem sabe de outros artigos, como eletrodomésticos.

Enxergar o outro

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Texto editado, ler Original em O Globo.

O que você pode fazer para melhorar o mundo? Esta pergunta que me passa pela cabeça de forma sistemática desde 1999 veio à tona ao ler esta reportagem.

A resposta que me veio em mente sempre passou por coisas simples  como consumo consciente (não que pratique), agir com correção (não que eu seja correto), fazer o que está no seu potencial e não comparar com o que o outro faz.

A última sempre faz lembrar o “pensar no outro”, considerar o outro. E quando este outro está invisível aos nossos olhos?

Ashley Jiron, dona do pequeno restaurante P.B. Jams, em Warr Acres, no estado americano de Oklahoma, [não estava enxergando este outro] e ficou chocada ao perceber que o seu lixo havia sido revirado por alguém em busca de comida. Mas, em vez de ignorar ou dificultar o acesso de pessoas ao local de armazenamento dos detritos, ela fixou em sua porta um emocionante cartaz.

“Para a pessoa que vai atrás de nosso lixo para sua próxima refeição, você é um ser humano e vale mais que uma refeição de uma caçamba de lixo. Por favor, entre durante o horário de funcionamento para um sanduíche, vegetais frescos e um copo d’água sem nenhum custo. Não farei perguntas. Sua amiga, a dona”, escreveu Ashley no cartaz que se espalhou pela internet e ganhou espaço no noticiário americano.

“Me machuca alguém ter que fazer isso”, disse a dona do restaurante, ressaltando que refeições grátis é o mínimo que ela pode fazer. — Eu acho que todo nós já estivemos na posição de precisar da ajuda de alguém e nós apenas precisávamos de alguém para estender as mãos. E se eu puder ser essa pessoa a estender a mão para outro ser humano, eu farei.

O cartaz ficará fixado na porta do restaurante até que a pessoa apareça. Ashley acredita que o orgulho talvez mantenha a pessoa, mas torce para que ela apareça e aceite o seu convite.

Esta história é um convite para abrirmos os olhos e reconhecer o outro ao redor e, se for do seu alcance, acolhê-lo.

“Luxo é conforto”

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Texto editado, ler Original em época.

“Faça o que tu queres pois é tudo da lei.” (Little Raul)

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Matilda Kahl e seu uniforme (Foto: Reprodução/ Instagram)

A diretora de arte Matilda Kahl passou inúmeras vezes pela situação com a qual inúmeras mulheres se deparam diariamente. Em várias manhãs, ela tinha dificuldade de escolher a roupa que usaria para trabalhar. Até que chegou ao limite da sua paciência três anos atrás, em uma segunda-feira.

“Eu precisava pensar em uma solução para simplificar essa briga matinal”, afirmou Matilda em um depoimento à Harper’s Bazar. A solução encontrada foi criar um uniforme de trabalho. Ela comprou 15 camisas brancas e algumas calças pretas. Para tornar o look um pouco mais pessoal, ela também decidiu usar uma fita com um laço como um colar.

“Para dizer o óbvio, um uniforme de trabalho não é uma ideia original. Há um grupo de pessoas que já abraçaram esse jeito de se vestir há anos – eles o chamam de terno. Para homens, é uma abordagem comum, até mesmo obrigatória em algumas profissões”, lembra Matilda.

Quando seus colegas perceberam que ela estava usando sempre a mesma roupa, estranharam. Na época, uma de suas colegas mais tarde confessou que sua antiga chefe chegou a pensar em dar um aumento para que ela pudesse comprar roupas novas.

Matilda completa, “A escolha por um uniforme me economizou várias horas pensando ‘o que vou usar hoje?’ E, na verdade, essas calças pretas e blusas brancas se tornaram um lembrete diário de que eu estou no controle”.

Aos finais de semana, gosta muito de usar vestidos estampados e salto alto. Para encontros casuais, ela costuma seguir o básico camiseta, jeans e tênis.

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Matilda Kahl (Foto: Reprodução/ Instagram)