movimento

Inovar em Educação

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Promover a inovação em educação é a razão de ser do Porvir. No Site você encontra desde boas notícias em educação , como iniciativas e técnicas inovadoras. Veja o vídeo Tutorial.
 
Navegar no Porvir é #fatoBom!
 
Infográfico da Retrospectiva 2013

Unindo o Mundo com alegria

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happyAlegria contagiante é #fatoBom!

Com uma letra simples e um ritmo contagiante, Happy (Pharrel Williams) se torna um movimento internacional de propagação de alegria, união e espontaneidade. Leia o resto deste post »

A arte imita a vida

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Tem um vídeo da be japy circulando com um mendigo sendo surpreendido ao emprestar um balde. É um belo vídeo e um belo gesto. O #fatoBom neste caso é inusitado, porque o vídeo não é verdadeiro e isso, neste caso, o torna ainda mais forte. Pensando nos direitos e no respeito do morador de rua, o grupo alemão não se sentiu livre para filmar as ações reais e chamou um ator para representar o mendigo.
O grupo criou o #JAPYDAY, dia mundial da caridade, dia 30 de agosto de 2014 e apresenta sugestões do que fazer, caso você mesmo já não tenha idéias. Abaixo o link dos vídeos.

Refletir e agir pelo outro é #fatoBom

Três vídeos a respeito:

Vídeo da be japy

Explicação do Vídeo

#JAPYDAY

Movimento pelo amor próprio

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Body Image Movement

Em 2012 a australiana Taryn Brumfitt, mãe de 3 filhos, estava com uma cirurgia plástica marcada quando teve uma epifania.

Como irei ensinar minha filha a amar seu corpo? Como irei encorajá-la a aceitar e amar seu corpo quando eu mesma estou prestes a enfrentar uma cirurgia para modificar meu próprio corpo? Que tipo de mãe hipócrita eu seria?

Surgiu então o  Body Image Movement com a missão de redefinir os ideais de beleza, encorajar mulheres a se aceitarem e falarem de seus corpos de maneira positiva com a priorização da saúde sobre a beleza.

Na página do movimento (em inglês) existem informações de como participar e ajudar. Vale a visita, definitivamente um #fatoBom.

Manifesto de Criação

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  Uma propaganda antiga já perguntava “vai continuar, ou vai desistir?” Até mesmo de forma inconsciente, quantas vezes nos fazemos esta mesma pergunta? Vamos continuar sendo corretos, com tantos corruptos “se dando bem”? Vamos continuar acreditando na política, na polícia, no patrão, etc? Vamos continuar acreditando no outro? Vamos continuar dando duro, podendo morrer brutalmente vítimas da violência urbana?

   No fundo estas perguntas são fruto de uma das mais básicas reações fisiológicas, a descarga de adrenalina que nos leva a um questão crucial, fugir ou enfrentar.

Esta decisão é tomada em um nível inconsciente, afinal se você parar para pensar se correr o bicho pega ou se ficar o bicho vence, você já perdeu. Este nível inconsciente da decisão leva muitos à deserção, mesmo que racionalmente aquele indivíduo tenha um rigor moral que o diga para continuar e enfrentar a situação.

     Muitas vezes o que é transmitido para você influencia de forma definitiva esta decisão. Como exemplo, imagine que um navio enfrenta uma tempestade e todos acreditarem que ele vai afundar, então todos correrão desesperados para os botes e ninguém ficará para evitar que ele afunde. Em outras palavras, quem detém a informação, detém o poder de gerar pânico ou de evitar que o navio afunde.

   Ter informações precisas e adequadas não significa negar a tempestade, nem ignorar o grau de inclinação de um navio, significa saber o que está ocorrendo de forma clara e sem derrotismos, algo como “pode continuar bombeando água que a inclinação não está piorando”. Num navio a informação é relativamente bem controlada pelo capitão, mas no dia a dia não fica tão claro quem está no comando e se tem alguém se beneficiando com o afundamento do nosso navio.

Vivemos um turbilhão de notícias ruins, o tempo todo, tornando nossa realidade uma tempestade e nossa vida um grande stress. Nessa situação o grau de confiança no outro e nas instituições leva a ser racional a deserção, ou seja, até mesmo os de grande rigor moral correm para os botes. É preciso olhar para frente, enxergar o farol que desponta no horizonte. Apontar na direção do farol é papel deste movimento, ser um farol para quem busca também.

Buscar e mostrar boas notícias, #fatoBom a cada dia, um farol de luz na nossa tempestade. Mostrar o que há de bom ao nosso redor, elevar a estima dos membros de diversas instituições que realizam um trabalho muitas vezes invisível. Estamos aqui para ajudá-lo a ver o farol, precisamos de você para nos municiar com notícias relevantes em sua área de atuação. Espalhe este #fatoBom!