Mulher

Aprendemos a ser filhos quando nos tornamos pais.

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Há um terço ou quarto de vida atrás recebi esta homenagem de minha amada e dedicada mãe. À época, não sabia nem mesmo ser filho, sequer devia ser homenageado. Mas uma coisa já havia aprendido: quem é gentil permite ao outro ser gentil. Aceitei a homenagem e me prometi devolvê-la.

Aprendi muitas coisas com minha mãe, inclusive o português capenga que não é pior graças a seus preocupados cascudos há quase 40 anos. Mal sabia eu a importância da língua e da retórica.

Percebi o que é ser uma família através de seu casamento com meu pai, falecido há quase 30 anos. Vivi um casal de pais, amorosos e um lar harmônico.

Aprendi o valor dos estudos e no ano que recebi esta homenagem formava em engenharia e partia para o mundo. Há 20 anos o seu filho já era um adulto, mas ainda um menino. Nem pensava em ter filhos, evitava de todo modo, exceto parar de praticar a elaboração.

Há 10 seu filho casou e constituiu família com uma também filha, que sem nossos filhos hoje não seria mãe também. E sua homenagem ficará guardada para eles, até o dia que eles a compreendam, quem sabe daqui há 20 ou 30 anos.

Hoje a internalizo e peço apenas que sinta a minha homenagem de engenheiro que ainda aprende a ser filho, a falar português e a ser marido de mãe e pai de filhos:

“Te agradeço pelo que sou e pelo que você é.”

Feliz dia das mães a todos!

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Mudar o mundo com uma máquina de lavar e sabão?  Sim é possível.

Responsabilidade Social inteligente resulta mudança e, porque não, lucro. Parabéns Ariel! #sharetheload.

Jovem, talentosa e negra. Nina Simone

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nina_simone

Nascida Eunice Kathleen Waymon em 1933, negra, mulher e bipolar, ela nada tinha de privilegiada (ver no VIdeodiCIOnário), mas era um gênio e era brilhante. Não conseguiu seguir o piano clássico pelo preconceito da mesma academia que a diplomou por honra em 2003, poucos dias antes de morrer. Adotou então o nome Nina Simone para ganhar a vida em clubes noturnos tocando sem que sua mãe soubesse. Os clubes a forçaram a cantar, o mundo ganhou com isso, mas ela continuou sofrendo.
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O amor vencendo a mutilação feminina

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No dia 9 de junho de 2015, a Nigéria marcou sua história ao se converter no 23º país africano a proibir a mutilação do clitóris das meninas. É uma notícia muito importante para quem luta contra este ato, já que a Nigéria é o país mais populoso da África, onde se estima uma população de 20 milhões de mulheres e meninas, aproximadamente.

É uma medida muito importante para erradicar por completo esta situação, que infelizmente ainda é praticada em 29 países da África e da Ásia.

Leia mais em: http://melhorcomsaude.com/otima-noticia-nigeria-proibe-mutilacao-genital-das-meninas/

Permitindo o Dia das Mães

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Nem todo o filho poderá ver sua mãe no dia das mães, o que é muito doloroso, mas inimaginável a dor da mãe que não poderá ver o filho.

Na pior das hipóteses, a morte, a evolução tecnológica nada pode fazer,  mas não podemos nos esquecer quantos dias das mães foram salvos graças aos largos avanços da medicina, mesmo não a alcance de todos,  mas caminhando para,  como em toda difusão. Quanto tempo a mais tivemos? A mortalidade infantil reduzida e a morte precoce evitada.

Na melhor das hipóteses o filho está distante, quem sabe por uma oportunidade de trabalho. Às vezes com cada filho em um país. A tecnologia ajudou a reduzir as distâncias, permitindo que se vissem e ouvissem simultaneamente, como num filme de ficção científica 20 anos atrás.

Há algum tempo o ultrassom já permite a mãe “ver” seu filho um dia das mães antes, dependendo da gestação. Isso sem falar nas técnicas de reprodução que permitiram a maternidade improvável.

As tecnologias estão fazendo cada vez mais, como o óculos e impressoras 3D. Confiram os vídeos abaixo. Tecnologia ajudando as mães a ver seus filhos é #fatobom.

“Luxo é conforto”

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Texto editado, ler Original em época.

“Faça o que tu queres pois é tudo da lei.” (Little Raul)

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Matilda Kahl e seu uniforme (Foto: Reprodução/ Instagram)

A diretora de arte Matilda Kahl passou inúmeras vezes pela situação com a qual inúmeras mulheres se deparam diariamente. Em várias manhãs, ela tinha dificuldade de escolher a roupa que usaria para trabalhar. Até que chegou ao limite da sua paciência três anos atrás, em uma segunda-feira.

“Eu precisava pensar em uma solução para simplificar essa briga matinal”, afirmou Matilda em um depoimento à Harper’s Bazar. A solução encontrada foi criar um uniforme de trabalho. Ela comprou 15 camisas brancas e algumas calças pretas. Para tornar o look um pouco mais pessoal, ela também decidiu usar uma fita com um laço como um colar.

“Para dizer o óbvio, um uniforme de trabalho não é uma ideia original. Há um grupo de pessoas que já abraçaram esse jeito de se vestir há anos – eles o chamam de terno. Para homens, é uma abordagem comum, até mesmo obrigatória em algumas profissões”, lembra Matilda.

Quando seus colegas perceberam que ela estava usando sempre a mesma roupa, estranharam. Na época, uma de suas colegas mais tarde confessou que sua antiga chefe chegou a pensar em dar um aumento para que ela pudesse comprar roupas novas.

Matilda completa, “A escolha por um uniforme me economizou várias horas pensando ‘o que vou usar hoje?’ E, na verdade, essas calças pretas e blusas brancas se tornaram um lembrete diário de que eu estou no controle”.

Aos finais de semana, gosta muito de usar vestidos estampados e salto alto. Para encontros casuais, ela costuma seguir o básico camiseta, jeans e tênis.

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Matilda Kahl (Foto: Reprodução/ Instagram)

Por causa da mulher, dias felizes

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Horus
Quem é baiano sabe quem é Horus. “Faraóó…”

 

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A mulher é #fatobom desde o momento que Adão percebeu que não estava mais sozinho e tão complexa que o convenceu a comer do fruto do conhecimento, acabou com seu paraíso. Leia o resto deste post »