Mulher

Repense – a importância de pensar

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Rethink Trisha Prabhu estudante de 14 anos teve seu projeto Rethink (Repense) selecionado como um dos 15 finalistas da Feira de Ciências do Google 2014.

A proposta do Rethink é alertar os jovens (12 a 18 anos) que o texto que estão prestes a compartilhar é potencialmente ofensivo a outros jovens e dar a oportunidade de repensar se deseja mesmo compartilhar a mensagem.

Pesquisas (na página do projeto são listadas todas as fontes) mostram 50% dos adolescentes já sofreram bullying e 10% a 20% deles sofrem bullying regularmenteAlguns desses adolescentes podem não entender as consequências de suas ações, uma vez que o córtex pré-frontal, área do cérebro responsável pelo raciocínio e tomada de decisões, só completa seu desenvolvimento aos 25 anos.

Trisha então teorizou que se os jovens fossem alertados que a mensagem que estão postando pode ser ofensiva, teriam uma chance de repensar a decisão de compartilhar. Para isso ela desenvolveu duas aplicações a Baseline que mediu a quantidade de mensagens ofensivas enviadas sem a existência da mensagem de aviso e o Rethink que mediu o numero de mensagens enviadas mesmo com alerta. Os resultados indicaram que 93% dos jovens desistiram de compartilhar a mensagem após o alerta.

Os testes foram feitos com adolescentes (12 a 18 anos) da escola de Trisha. Foram separados em dois grupos, 150 usando o Baseline e 150 usando o Rethink, 75 mulheres e 75 homens em cada grupoCada jovem participou de 5 testes, gerando 750 testes por sistema, 1500 no total.

No sistema Baseline foram 67,2% das mensagens enviadas foram classificadas como ofensivas. No sistema Rethink 71,07% das mensagens iniciais foram classificadas como ofensivas, após a exibição da mensagem de alerta 93,43% dos adolescentes desistiram de enviar a mensagem.

Trisha quer agora desenvolver um sistema que possa ser utilizado em conjunto com as redes sociais existentes e seja compatível com as redes futuras.

Empoderamento e Consciência (ver vídeo)

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Sei que não se deve começar pedindo desculpas, tem quem nem acredita em desculpas, mas o peço pois sobre o que vou escrever não domino, nem o código (língua portuguesa), nem bem o empoderamento, nem a consciência e muito menos o sentimento de me sentir discriminado. Dito isso, minha ignorância pode gerar sentimentos negativos ou tensão em quem lê, saiba que se ocorrer foi por pura inépcia e não por intenção.

Sei que não se deve fazer o que se pede desculpas, mas escrevo por me sentir livre para me expressar, por empatia e repúdio a toda forma de preconceito, previstas na nossa constituição e salvo engano no código penal. Escrevo pois empoderamento é super #fatoBom e consciência nem se fala.

Escrevo pois o vídeo abaixo da poesia musicada “Me gritaron negra” (Santa Cruz, Victoria Eugenia) me compeliu a escrever, não só pela consciência Negra, mas pela consciência de todos os discriminados. Que este poema inspire a outros se empoderarem do conhecimento e consciência, e a dizer com orgulho: “Motoboy”; “Servente”; “Empregada”; “Gay”, etc (ver obs.), com a mesma beleza e resignificação da palavra NEGRO. Em tempo, a palavra Gay significa alegre.

De todas estas palavras só não posso me dizer “Motoboy” pois nunca nem andei de moto, uma coragem que não tive, no mais:

Me orgulho de ter sido EMPREGADO;

Sempre me orgulhei ao ser chamado de chevalier servant e digo Namastê a quem compreende, serei sempre SERVENTE;

Sou NEGRO, apesar da pele mais clara, sem ideia do percentual no meu sangue vermelho;

Sou GAY, embora Hétero, e não tenho medo que minha alegria mude quem sou.

Sou um mero habitante de passagem efêmera em nosso planeta, um ser HUMANO.

SER HUMANO é #fatoBom!

victoria_video
Vídeo no Youtube

OBS.: Lembrando que o Et Cetera é um pedido de licença a todas as outras “coisas” que deveriam ser listadas numa lista e não foram, no caso minorias descriminadas por qualquer razão, origem, credo,  etc.;

OBS1: Fica registrada a intenção de escrever um artigo sobre Victória Eugênia Santa Cruz, enquanto isso este post fica como homenagem #personalidades. (#fatoBom #escrever);

OBS2: A existência do Et Cetera é #fatoBom.

Amor sem fronteiras, nem de espécie.

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Encorajar pessoas a fazer sua parte parte para fazer o mundo melhor é #fatoBom!

Assistindo a um tocante vídeo de um chipanzé retribuindo o que recebeu, resolvemos investigar. Percebemos que já conhecíamos a simpática senhora de cabelos brancos, que já inspirou filmes e tem um que retrata sua trajetória.

the_Jane_Goodall_Institute_of_Canada

Trata-se da Dra. Jane Goodall, primatologista, que em 1960, aos 26 anos, viajou para a Tanzânia para adentrar no pouco conhecido mundo dos chipanzés, que nem mesmo ela conhecia à época. Hoje, aos 75, completou 20 anos vivendo esta realidade e seu Instituto reúne 150mil membros em mais de 130 paises.

Navegar no que te inspirou é #fatoBom!

Abaixo alguns Links complementares:

Vídeo Curto (Mesmo Link acima)

Vídeo Completo (5:05)

Janes Reasons for Hope

National Geographic (5:53)

Inovar em Educação

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Promover a inovação em educação é a razão de ser do Porvir. No Site você encontra desde boas notícias em educação , como iniciativas e técnicas inovadoras. Veja o vídeo Tutorial.
 
Navegar no Porvir é #fatoBom!
 
Infográfico da Retrospectiva 2013

Funcionária da Vivo se recusa a mentir

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#fatoBom é manter o caráter.

Foi o que fez uma funcionária da Vivo no Rio Grande do Sul. Ela teria sido orientada a informar aos consumidores que o sistema pré-pago estava fora do ar, pois a operadora queria focar na venda dos planos pós-pagos.

Foi demitida ao recusar-se a mentir aos clientes e ainda acabou sendo alvo de chacota e xingamento dos colegas de trabalho. Segundo o TRT a Vivo cometeu assédio moral ao violar a liberdade de consciência da funcionária.

O tribunal definiu R$ 50 mil reais de indenização por danos morais.

Fonte: Folha de S.Paulo

Escolher o caminho da verdade é #fatoBom

 

Movimento pelo amor próprio

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Body Image Movement

Em 2012 a australiana Taryn Brumfitt, mãe de 3 filhos, estava com uma cirurgia plástica marcada quando teve uma epifania.

Como irei ensinar minha filha a amar seu corpo? Como irei encorajá-la a aceitar e amar seu corpo quando eu mesma estou prestes a enfrentar uma cirurgia para modificar meu próprio corpo? Que tipo de mãe hipócrita eu seria?

Surgiu então o  Body Image Movement com a missão de redefinir os ideais de beleza, encorajar mulheres a se aceitarem e falarem de seus corpos de maneira positiva com a priorização da saúde sobre a beleza.

Na página do movimento (em inglês) existem informações de como participar e ajudar. Vale a visita, definitivamente um #fatoBom.