transparência

Como falar sobre pedofilia?

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Sempre pensei qual seria a melhor forma de abordar a pedofilia, sem tirar ao menos parte da inocência dos meus filhos. Este vídeo me deu uma resposta. Divulgue, pode ajudar muita gente e salvar o futuro de muitas crianças.

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De onde veio?

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Ajudar o mundo a relembrar é #fatobom! (Ver vídeo que motivou este post abaixo, ou clique aqui)

Acompanho o crescimento do consumo consciente desde 1999, estudando responsabilidade social empresarial (quem tiver interesse no PDF clique aqui). Vi muita gente se conscientizando a respeito do que consumia (a exemplo de cigarros, álcool e refrigerantes), outras sensibilizadas a abandonar o consumo de carne em função do sofrimento animal, bem como na moda manifestação contra uso de peles, couros e cobaias. Até vi gente questionar a origem do algodão, mas pouca gente efetivamente correlacionando a atividade com sua externalidade, muito pouca gente enxergando o bicho homem.

Se já é difícil enxergar o outro, quem dirá externalidades. Neste aspecto, em sua obra prima “Home”, Yann Arthus-Bertrand, nos faz enxergar diversas externalidades cruéis através de suas lentes e seus sobrevoos. Recomendo assistir o filme com o áudio original em francês, legendado. Ele mesmo nos narra suas imagens e suas conclusões. Abaixo um trailler, no youtube diversas versões.

Uma externalidade tão óbvia que Bertrand mostra me passou despercebida e passa ao largo do movimento Fashion Revolution (http://fashionrevolution.org/), cujo vídeo inspirou este artigo e pode ser encontrado abaixo. A questão não invalida o movimento, ao contrário, o reforça. A questão levantada aprofunda a pergunta formulada pelo movimento: “quem faz minha roupa?”

O motor da revolução industrial, o tear mecânico, revolucionou a fabricação de tecidos e naturalmente elevou o consumo de algodão, certamente elevando o preço do mesmo num primeiro momento. No momento seguinte a produção aumentou e o preço naturalmente caiu e neste ciclo seguiu nos últimos 200 anos, até que a produção mecanizada estivesse tão elevada que o valor do algodão não era mais suficiente para a sobrevivência os produtores manuais africanos. Já seria chocante, não fosse o fato desta produção mecanizada necessitar subsídios do governo americano e consumir aquífero da região.

Quando me deparei com a questão, pensei: a quem interessa esta forma de produção do algodão? O vídeo deu a resposta: a todos que queremos “roupa barata”. Não se trata de deixar de vestir algodão, se trata de questionar certos modelos consolidados, de se questionar: quem faz a minha roupa e com quê?

Da próxima vez que for consumir por impulso, se pergunte: de onde veio? preciso?

Sabe como são eleitos os deputados?

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Publicado originalmente no Não Vai Dar Certo por Rodrigo Saraceno. Reproduzido e adaptado sob autorização.

Entender o sistema eleitoral é #fatoBom.

Você sabia que quando você vota para deputado ou vereador é como se você primeiro votasse no partido, e depois em quem você quer que tenha a preferência na lista do partido (ou coligação)?

Se você vota digamos no HUGUINHO para deputado federal (digamos numero XXYY), você está votando no partido XX, e querendo que HUGUINHO, o candidato YY daquele partido, tenha a preferência daquele voto. A relevância disso é que o HUGUINHO pode não precisar do voto que você deu pra ele ou o voto pode não ser suficiente para elegê-lo. Estima-se que na Bahia um candidato a deputado federal, em 2014, vai precisar de cerca de 195 mil votos para ser eleito (mais detalhes aqui http://www.quersaberpolitica.com.br/bahia-quociente-eleitoral-em-2014/).

Se por exemplo o hipotético candidato HUGUINHO tiver 250 mil votos, ele está eleito, e os votos que sobraram (55 mil) vão para o primeiro candidato do partido ou coligação dele que não atingiu o coeficiente eleitoral, neste exemplo ZEZINHO. Digamos que ZEZINHO, por sua vez, conseguiu 150 mil votos, que somados com os 55 mil votos que “sobraram”  chegam aos 195 mil necessários. Pronto, ZEZINHO está eleito, sem ter tido 195 mil eleitores que conheciam e escolheram ZEZINHO.

Suponhamos agora, que o partido tenha lançado dez candidatos, todos com cerca de 19.500 votos. Esses votos serão totalizados como votos do partido ou coligação e será dado ao candidato do partido ou coligação que tiver mais votos, e este será o candidato que representará aquele partido na casa legislativa. Digamos que o LUIZINHO tenha mais votos entre os candidatos do partido (ou coligação) dele, com 19.511 votos. Ele leva os votos.

Resumindo: para todos os efeitos, na eleição para deputados você vota no partido e na formação da lista de preferência dos representantes do mesmo, ou seja, pra quem vão os votos que sobram, e especialmente o voto dado sem consciência a um candidato com poucas chances pode eleger outro que também não chegou perto do número de eleitores necessários.

Escolha bem seu candidato e vote com consciência.

Bandeira

Assista o vídeo:

Portal da Transparência

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transparencia2A Controladoria-Geral da União disponibiliza o Portal da Transparência, que é atualizado diariamente (com as informações do dia útil anterior) com dados da Secretaria do Tesouro Nacional referente as informações sobre a execução orçamentaria e financeira do governo federal.

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Sistema de divulgação de candidaturas

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7cfd9-450px-urna_eletr25c325b4nicaO Tribunal Superior Eleitoral disponibiliza para as eleições 2014 o DivulgaCand, sistema que permite a todos os cidadãos a consulta dos dados informados à Justiça Eleitoral por todos os candidatos assim como a situação de cada candidatura. Leia o resto deste post »

fATOS #1: Neutralidade política

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semfatobom
Sem #fatoBom

Antes que alguém pense que mostrar #fatoBom é buscar a continuidade, declaramos a busca contínua pela identificação e divulgação de fatos que indiquem a possibilidade de um futuro melhor. Os fundadores tem inclusive visões políticas contrárias, mas compartilham a busca deste futuro.
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