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Equipe brasileira ganha quatro medalhas em olimpíada de biologia

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BandeiraA Olimpíada Ibero-Americana de Biologia em 2014, Oiab 2014, foi realizada  entre 7 e 13 de setembro no México. A próxima edição, em 2015, será realizada em El Salvador.

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Brasil tem dois museus entre os 25 melhores do mundo

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O Instituto Ricardo Brennand, em Recife (PE), e o Inhotim, em Brumadinho (MG), estão entre os 25 melhores do mundo no prêmio Travelers’ Choice Museus 2014, pesquisa do site de viagens TripAdvisor.

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Instituto Ricardo Brennand conta com um acervo de mais 2.000 peças, entre pinturas e esculturas

O museu pernambucano figura na 17ª posição, à frente do renomado Louvre, em Paris, que ficou no 19° lugar. Já o mineiro ocupa a 23ª posição.

O Instituto de Arte de Chicago, nos Estados Unidos, foi escolhido como o melhor entre os 509 museus classificados pelo ranking, que usou como base a opinião de cerca de 280 milhões de usuários do site.

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Inhotim ocupa uma área de 110 hectares com dois pavilhões de exposição

Completam a lista dos cinco melhores do mundo o Museu Nacional de Antropologia, na Cidade do México (México), em 2º, o State Hermitage Museum and Winter Palace, São Petesburgo (Rússia), em 3º, o The Getty Center, Los Angeles (EUA), e o Galleria dell’Accademia, Florença (Itália), em 5º.

América do Sul

O Instituto Ricardo Brennand e Inhotim também foram eleitos os dois melhores museus do continente. O Museu da Língua Portuguesa (4º), a Pinacoteca de São Paulo (7º), o Museu do Futebol (9º) e o Catavento (10º) completam a lista dos museus brasileiros no top 10 da América do Sul.

Os 25 melhores museus do mundo

1 – The Art Institute of Chicago (Chicago, EUA)
2 – Museu Nacional de Antropologia (Cidade do México, México)
3 – Museu Hermitage e Palácio de Inverno (São Petersburgo, Rússia)
4 – Getty Center (Los Angeles, EUA)
5 – Galleria dell’Accademia (Florença, Itália)
6 – Musee d’Orsay (Paris, França)
7 – Metropolitan Museum of Art (Nova York, EUA)
8 – Museu da Acrópole (Atenas, Grécia)
9 – Museu do Prado (Madri, Espanha)
10 – Memorial do Holocausto Yad Vashem (Jerusalém, Israel)
11 – The National WWII Museum (Nova Orleans, EUA)
12 – National Gallery (Londres, Inglaterra)
13 – Museu Vasa (Estocolmo, Suécia)
14 – National Gallery of Art (Washington, EUA)
15 – British Museum (Londres, Inglaterra)
16 – Museu Hagia Sophia (Istambul, Turquia)
17 – Instituto Ricardo Brennand (Pernambuco, Brasil)
18 – Galleria Borghese (Roma, Ttália)
19 – Museu do Louvre (Paris, França)
20- Rijksmuseu, (Amsterdã, Holanda)
21 – Smithsonian’s National Air and Space Museum (Washington, EUA)
22 – Guerreiros e cavalos de terracota do Museu de Qin (Xian, China)
23 – Inhotim (Minas Gerais, Brasil)
24 – Museu da Nova Zelândia (Washington, EUA)
25 – Museu do Ouro (Bogotá, Colômbia)

Os melhores da América do Sul

1 – Instituto Ricardo Brennand (Pernambuco)
2 – Inhotim (Minas Gerais)
3 – Museu do Ouro (Bogotá, Colômbia)
4 – Museu da Língua Portuguesa (São Paulo)
5 – Museu Larco (Lima, Peru)
6 – Museu Botero (Bogotá, Colômbia)
7 – Pinacoteca do Estado de São Paulo (São Paulo)
8 – Museu de Arte Latino-Americana (Buenos Aires)
9 – Museu do Futebol (São Paulo)
10 – Museu Imperial (Rio de Janeiro)

Fonte: Catraca Livre (https://catracalivre.com.br/geral/mundo-viagem/indicacao/brasil-tem-dois-museus-entre-os-25-melhores-do-mundo/)

Estudante de Feira tem projeto pré-aprovado em Harvard

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Jovem de 18 anos criou o projeto de um kit para diagnosticar a endometriose

Uma estudante de apenas 18 anos, moradora de Feira de Santana, na Bahia, teve o seu projeto pré-selecionado pela Universidade e Harvard, nos Estados Unidos. A Ideia da estudante Geórgia Gabriela da Silva Sampaio é criar um kit para diagnosticar a endometriose de forma mais rápida e mais barata.

Ao todo o concurso conta com 40 trabalhos concorrendo, sendo que 16 deles são de estudantes brasileiros. O concurso é composto por fases e a semifinal foi encerrada na quarta-feira (10). Uma votação na internet definiu cinco trabalhos, que se juntarão com outros 10, escolhidos através e avaliação, totalizando 15 finalistas.

RTEmagicC_65106-3.jpgFoto: Reprodução / Acorda Cidade

O resultado deve ser divulgado na próxima segunda-feira (15), mas segundo a estudante em entrevista ao site local Acorda Cidade, o resultado da votação é aberto e que o trabalho dela se classificou entre os cinco escolhidos por meio de votação na internet. Os autores dos 15 projetos escolhidos devem passar por uma entrevista via skype de onde cinco serão escolhidos para participar de uma conferência que acontece anualmente nos Estados Unidos.

“Poderei apresentar meu projeto, com minhas ideias, mostrar como ele foi desenvolvido e pedir patrocínio aos investidores que estarão lá, para poder trazer o patrocínio para o Brasil e poder implementar o diagnóstico da endometriose de forma mais simples”, disse a jovem em entrevista ao Acorda Cidade.

Geórgia afirmou em entrevista ao site que passar nesse concurso é importante para que ela possa dar continuidade à sua pesquisa, que está parada por falta de laboratórios em Feira e Santana. A estudante também tentou continuar a pesquisa em Salvador, mas encontrou dificuldades em conciliar tempo com o professor na capital baiana.

Para Geórgia essa é uma oportunidade para melhorar o currículo e de conhecer uma das melhores universidades o muno, além da visibilidade que a pesquisa terá.

Segundo a estudante a ideia de pesquisar sobre a doença surgiu quando ela percebeu o contexto social que a doença tem. A endometriose possui tratamento, mas é muito caro, assim como o diagnóstico.

Sidinei da Silva Sampaio, mãe de Geórgia, conta que a filha sempre foi muito aplicada e determinada nos estudos. Ela se formou no ensino médio no ano passado em uma escola particular da cidade, onde era bolsista.

“Me sinto feliz, pois vejo o esforço dela. Sempre foi muito aplicada, desde pequena. Ela já venceu várias olimpíadas, conseguiu uma bolsa em uma boa escola, tudo através do próprio esforço. O projeto dela vai gerar uma melhora na vida das mulheres, pois uma doença como essa não é descoberta através de exames simples”, afirmou a mãe orgulhosa ao Acorda Cidade.

Geórgia também já passou em três vestibulares, dois na Universidade Estadual de Feira de Santana (Uefs) e um na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), nos cursos de Engenharia da Computação, Engenharia Civil e Engenharia Elétrica. Mesmo assim a jovem não ingressou em nenhum deles, pois está se preparando para fazer vestibular em uma universidade fora do Brasil.

Apesar do seu projeto ser na área e saúde, a jovem não pretende cursar medicina. Geórgia quer fazer Engenharia Mecatroônica.

Fonte: iBahia – http://www.ibahia.com/detalhe/noticia/estudante-de-feira-tem-projeto-pre-aprovado-em-harvard/?cHash=6f90f49a9ca72781083bddb3e87b3d64

Inscrições abertas para o Inglês sem Fronteiras

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Inglês Sem FronteirasA partir de hoje (02) estão abertas as inscrições para o Programa Inglês sem Fronteiras, que tem o objetivo de melhorar a proficiência dos estudantes brasileiros na língua. Os cursos presenciais acontecem em universidades federais cadastradas e estudantes que estão habilitados a participar do Programa Ciência sem Fronteiras tem prioridade.

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Oficina de dança gratuita em Salvador

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Foto: Jessica Lemos/LabFoto 2014
Foto: Jessica Lemos/LabFoto 2014

O teatro Vila Velha em Salvador através do Viladança esta oferecendo 60 vagas gratuitas para meninos e meninas de 7 a 12 anos.

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Brasil conquista medalhas em Olimpíadas de Astronomia e Astrofísica

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Fonte: Divulgação
Foto: Divulgação

Na oitava edição das Olimpíadas Internacionais de Astronomia e Astrofísica disputada em agosto de 2014 na Romênia a equipe brasileira formada por cinco estudantes conquistou a inédita medalha de prata na competição em equipe. Leia o resto deste post »

Repense – a importância de pensar

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Rethink Trisha Prabhu estudante de 14 anos teve seu projeto Rethink (Repense) selecionado como um dos 15 finalistas da Feira de Ciências do Google 2014.

A proposta do Rethink é alertar os jovens (12 a 18 anos) que o texto que estão prestes a compartilhar é potencialmente ofensivo a outros jovens e dar a oportunidade de repensar se deseja mesmo compartilhar a mensagem.

Pesquisas (na página do projeto são listadas todas as fontes) mostram 50% dos adolescentes já sofreram bullying e 10% a 20% deles sofrem bullying regularmenteAlguns desses adolescentes podem não entender as consequências de suas ações, uma vez que o córtex pré-frontal, área do cérebro responsável pelo raciocínio e tomada de decisões, só completa seu desenvolvimento aos 25 anos.

Trisha então teorizou que se os jovens fossem alertados que a mensagem que estão postando pode ser ofensiva, teriam uma chance de repensar a decisão de compartilhar. Para isso ela desenvolveu duas aplicações a Baseline que mediu a quantidade de mensagens ofensivas enviadas sem a existência da mensagem de aviso e o Rethink que mediu o numero de mensagens enviadas mesmo com alerta. Os resultados indicaram que 93% dos jovens desistiram de compartilhar a mensagem após o alerta.

Os testes foram feitos com adolescentes (12 a 18 anos) da escola de Trisha. Foram separados em dois grupos, 150 usando o Baseline e 150 usando o Rethink, 75 mulheres e 75 homens em cada grupoCada jovem participou de 5 testes, gerando 750 testes por sistema, 1500 no total.

No sistema Baseline foram 67,2% das mensagens enviadas foram classificadas como ofensivas. No sistema Rethink 71,07% das mensagens iniciais foram classificadas como ofensivas, após a exibição da mensagem de alerta 93,43% dos adolescentes desistiram de enviar a mensagem.

Trisha quer agora desenvolver um sistema que possa ser utilizado em conjunto com as redes sociais existentes e seja compatível com as redes futuras.